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Comprar o primeiro imóvel antes dos 30 é possível e vem se tornando comum, por dois motivos: a oferta de crédito a taxas mais acessíveis, impulsionada por programas como o Minha Casa Minha Vida, e a disponibilidade de apartamentos mais compactos, que cabem no orçamento de quem está começando. O caminho prático passa por cortar gastos supérfluos — colocar na ponta do lápis o que se gasta sem perceber ao longo de um ano —, entender que o imóvel é um bem durável que tende a valorizar, e sair do aluguel, deixando de pagar por algo que não é seu e de depender de reajustes e das decisões do proprietário.
Comprar um imóvel aos vinte e poucos anos há muito deixou de ser sonho para se transformar em realidade para jovens em busca de independência. Se no passado o acesso a financiamentos e a existência de moradias que atendam às necessidades desse público eram mais restritos, hoje a oferta de crédito a taxas mais convidativas, potencializada por programas como o Minha Casa Minha Vida, e a disponibilidade de apartamentos mais compactos têm levado cada vez mais pessoas a adquirir o primeiro imóvel antes dos 30 anos.
Nos empreendimentos lançados pela HM nos últimos anos, essa é uma tendência que têm se consolidado, como é o caso do assistente de relacionamento Anderson Pereira Vassoler, que adquiriu uma unidade do HM Bem Morar Novo Horizonte, em Campinas, aos 25 anos. “Consegui conquistar meu sonho e adquirir não só a minha casa, mas o meu futuro. Minha expectativa para pegar as chaves está altíssima, pois é o meu primeiro imóvel e é onde vou construir a minha família”, conta Anderson, casado com Camila Andressa Pereira Vassoler, 29 anos.
Para você que achava que esse era um sonho distante, a boa notícia é que, com planejamento, é possível sim entrar para esse clube. Separamos algumas dicas que podem ajudar você a se organizar e a ter um imóvel para chamar de seu.
Corte gastos desnecessários
Sabe aquele salgadinho que você come todos os dias na padaria ou aquele acessório que, se você não comprar, não vai fazer diferença no seu dia-a-dia. Esses gastos não previstos acabam minando o seu salário,. Então, coloque tudo na ponta do lápis e veja o quanto o corte de gastos supérfluos pode significar ao final de um ano. Dinheiro a mais em conta sem fazer muito esforço.
Fontes
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Comprar um imóvel também é um ótimo investimento
Investir em um imóvel é seguro. Diferentemente de uma aplicação, o imóvel é, literalmente, concreto: ele está lá, na sua frente, você pode ver, tocar. É um bem durável e rentável, um patrimônio que, em muitos casos, acaba se valorizando ao longo do tempo.
Saia do aluguel logo de cara
Com uma casa própria, logo de cara você sai do aluguel, se esse for o seu caso. A vantagem de comprar um imóvel é que você pagará por algo que é seu. Pense como se fosse um investimento. Parece óbvio, mas pagar aluguel significa se preocupar com os constantes reajustes de preço e até com as decisões do seu locatário que, de uma hora para a outra, pode encontrar um comprador interessado ou decidir usar o imóvel para outra coisa, fazendo você voltar a estaca zero. Se o imóvel for seu, você é quem está no controle.
É o seu legado (e da sua família)
Como dissemos, o imóvel é um bem durável. Ele pode abrigar diversas gerações de uma só família – e é o que acontece muitas vezes! Se você quiser, pode vender ou alugar. Se não quiser, ele estará no mesmo lugar o tempo inteiro, e pode ser um legado para você e para os seus filhos e até netos, por que não?
Financiamentos
O momento para adquirir um imóvel está muito favorável. A Caixa Econômica disponibiliza modalidades de financiamento habitacional com dois fatores de correção diferentes: TR e IPCA. Eles atualizam mensalmente o saldo devedor na data de vencimento das prestações. Para mais informações sobre essas modalidades, clique aqui.
E, então, animado? Se você ficou com alguma dúvida ou deseja fazer uma simulação, entre em contato com nossos corretores pelos telefones 4000-1430 (São Paulo, Campinas e Regiões Metropolitanas); 0800-729-6700 (demais localidades).
Perguntas Frequentes sobre Como Comprar o Primeiro Imóvel
1. É possível comprar o primeiro imóvel antes dos 30 anos?
Sim. Com planejamento financeiro, comprovação de renda e acesso a linhas de financiamento,
muitas pessoas conseguem adquirir o primeiro imóvel antes dos 30 anos. Programas habitacionais
e o uso do FGTS também podem facilitar essa conquista.
2. Quanto preciso juntar para dar entrada no primeiro imóvel?
O valor da entrada varia conforme o tipo de imóvel e a modalidade de financiamento.
Em geral, recomenda-se ter entre 10% e 20% do valor do imóvel, embora algumas linhas
de crédito permitam condições diferenciadas.
3. Posso usar o FGTS para comprar meu primeiro imóvel?
Sim. O saldo do FGTS pode ser utilizado para compor a entrada, amortizar o saldo devedor
ou reduzir o valor das parcelas, desde que o comprador atenda aos requisitos estabelecidos
pelo FGTS e pela instituição financeira.
4. Qual a renda necessária para financiar o primeiro imóvel?
Não existe uma renda mínima fixa. O valor necessário depende do preço do imóvel, da
entrada, do prazo de financiamento e da análise de crédito realizada pela instituição
financeira. Em geral, o valor da parcela não pode comprometer uma parcela significativa
da renda mensal do comprador.
5. Vale mais a pena comprar ou continuar no aluguel?
A resposta depende da sua situação financeira e dos seus objetivos. Comprar um imóvel
permite construir patrimônio e oferece maior estabilidade, enquanto o aluguel proporciona
mais flexibilidade. Antes de decidir, é importante comparar os custos, o planejamento
financeiro e as perspectivas de longo prazo.